CAPETA HARDCORE
Pensa nêgo véi num vudum que apareceu,
no meio do bate-cabeça num sei o que aconteceu.
De repente a roda começou a se abrir,
e lá estava ele com os zói vermeio a sorrir.
A música destruia e a galera também,
"Se continuar desse jeito num vai sobrar ninguém!"
E o maluco muito doido a gritar:
"Puta som do cacete, vamo pirá!"
O capeta hardcore tinha bebido 12 dose e num parava de rodar.
Ele recebia murro, era jogado no muro e num queria parar.
O capeta hardcore quase recebeu um "boda" mas tava vibradão.
Pense numa roda disgraçada, de sair com a cara inchada, era a roda do cão.
E com os zói vermeio parecendo sangue puro,
e a catinga de enxofre que espalhava no lugar.
Eu só via neguim escapando pelo muro,
quando o maluco resolveu inovar.
"Cês são uns froxos e num guenta a pressão,
num dão conta de batê cabeça cum eu.
E pensar que tudo aqui era fodão,
vô curtir o som que tu perdeu!"
Pensa nêgo véi num vudum que apareceu,
no meio do bate-cabeça num sei o que aconteceu.
De repente a roda começou a se abrir,
e lá estava ele com os zói vermeio a sorrir.
A música destruia e a galera também,
"Se continuar desse jeito num vai sobrar ninguém!"
E o maluco muito doido a gritar:
"Puta som do cacete, vamo pirá!"
O capeta hardcore tinha bebido 12 dose e num parava de rodar.
Ele recebia murro, era jogado no muro e num queria parar.
O capeta hardcore quase recebeu um "boda" mas tava vibradão.
Pense numa roda disgraçada, de sair com a cara inchada, era a roda do cão.
E com os zói vermeio parecendo sangue puro,
e a catinga de enxofre que espalhava no lugar.
Eu só via neguim escapando pelo muro,
quando o maluco resolveu inovar.
"Cês são uns froxos e num guenta a pressão,
num dão conta de batê cabeça cum eu.
E pensar que tudo aqui era fodão,
vô curtir o som que tu perdeu!"
Letra: Babidi
Música: Chapolin
Música: Chapolin
-----------------------------------------
LOIRA DO BANHEIRO
São 10 horas, eu faço a lição, na escola vem o “colicão”.
Diarréia em plena Matemática, de imediato eu saio da sala.
Me alivio no trono da alegria, tô feliz, tô de bem com a vida.
Dou descarga uma duas vezes, na terceira sobre o stress.
De repente sobe a fumaça, eu tropeço e grito “Disgraça!”.
De repente entro em desespero, me deparo com a Loira do Banheiro.
Tento gritar, mas o corpo não vai.
Tento correr, mas o corpo não vai.
A Loira vem em minha direção.
Com o nariz cheio de algodão.
Sai! Sai! Sai! Sai!
Me levanta apenas com um braço.
Uma das mãos agarra no meu saco.
Então pensei: “Vô me lascar!”.
Essa porra vai me capar.
Sai! Sai! Sai! Sai!
Então eu desmaiei, não vi o que ocorreu.
Quando eu acordei, tava com as calça arriada.
Olhei pro meu pau, e também pro meu saco.
Tava tudo ali, ela num tinha arrancado.
Então eu percebi, que eu adormeci.
Enquanto eu cagava, foi um sonho que eu tive.
Então eu me toqueI, então eu constatei.
Que aquela Loira tava na Playboy que eu comprei.
Vai! Vai! Vai! Vai!
Diarréia em plena Matemática, de imediato eu saio da sala.
Me alivio no trono da alegria, tô feliz, tô de bem com a vida.
Dou descarga uma duas vezes, na terceira sobre o stress.
De repente sobe a fumaça, eu tropeço e grito “Disgraça!”.
De repente entro em desespero, me deparo com a Loira do Banheiro.
Tento gritar, mas o corpo não vai.
Tento correr, mas o corpo não vai.
A Loira vem em minha direção.
Com o nariz cheio de algodão.
Sai! Sai! Sai! Sai!
Me levanta apenas com um braço.
Uma das mãos agarra no meu saco.
Então pensei: “Vô me lascar!”.
Essa porra vai me capar.
Sai! Sai! Sai! Sai!
Então eu desmaiei, não vi o que ocorreu.
Quando eu acordei, tava com as calça arriada.
Olhei pro meu pau, e também pro meu saco.
Tava tudo ali, ela num tinha arrancado.
Então eu percebi, que eu adormeci.
Enquanto eu cagava, foi um sonho que eu tive.
Então eu me toqueI, então eu constatei.
Que aquela Loira tava na Playboy que eu comprei.
Vai! Vai! Vai! Vai!
Letra e Música: Chapolin
-----------------------------------------
SE É PRA IR PRO INFERNO, EU VÔ BÊBADO
De mãos dadas com o errado, eu só quero andar na esquerda.
Não me importo com a sociedade, chapado onde quer que eu esteja.
Pitando e levantando fumaça, não sou responsável pela segurança.
Meu destino é lá pra baixo, em meio ao inferno eu começo a dança.
Se é pra ir pro inferno, eu vô bêbado.
Lombrado, chapado, caindo de bêbado.
Será uma orgia, na casa do cramunhão.
Será a farra mais louca da região.
Só me importo com o dia de hoje, pois o de ontem eu não lembro nada.
Só sei que acordei de ressaca, melhorei depois de uma gelada.
Meu baseado já está aceso, o cheiro se espalha pela casa.
Meu 2º nome é cerveja, meu 1º nome é se esqueça.
Não me importo com a sociedade, chapado onde quer que eu esteja.
Pitando e levantando fumaça, não sou responsável pela segurança.
Meu destino é lá pra baixo, em meio ao inferno eu começo a dança.
Se é pra ir pro inferno, eu vô bêbado.
Lombrado, chapado, caindo de bêbado.
Será uma orgia, na casa do cramunhão.
Será a farra mais louca da região.
Só me importo com o dia de hoje, pois o de ontem eu não lembro nada.
Só sei que acordei de ressaca, melhorei depois de uma gelada.
Meu baseado já está aceso, o cheiro se espalha pela casa.
Meu 2º nome é cerveja, meu 1º nome é se esqueça.
Letra e Música: Chapolin
-----------------------------------------
COXINHA PODRE NA STOPVAN
Já passava das 3 e num tinha o que comer.
Só tinha 1 real no bolso, num sabia o que fazer.
A minha Van já estava pra chegar.
Com certeza aquela broca eu num ia agüentar.
Eu vi aquela coxinha suculenta.
Parecia muito uma polenta.
Eu disse: “Me dá essa coxinha por favor”
Mal sabia eu que ela seria meu horror.
Entrei na Van correndo sem nem experimentar.
Sentei lá no fundo pra ninguém me amolar.
Foi ai que eu fui apreciar a refeição.
Puta que Pariu! Chega subiu o azedão.
A porcaria tava fedendo demais.
Mas tive que comer com um refri sem gás.
Depois de 15 minutos veio a reação.
Ave Diaxo! Tranca o cu desse cão!
Coxinha podre na StopVan.
Dessa sempre eu vô me lembrar.
Minha barriga ainda tá estragada.
Quase morri de tanto cagar.
E a galera querendo saber.
“Pô sacanagem, dá um tempo aê!”
E eu lá no fundo só apreciando.
Porque a catinga ia se espalhando.
Só tinha 1 real no bolso, num sabia o que fazer.
A minha Van já estava pra chegar.
Com certeza aquela broca eu num ia agüentar.
Eu vi aquela coxinha suculenta.
Parecia muito uma polenta.
Eu disse: “Me dá essa coxinha por favor”
Mal sabia eu que ela seria meu horror.
Entrei na Van correndo sem nem experimentar.
Sentei lá no fundo pra ninguém me amolar.
Foi ai que eu fui apreciar a refeição.
Puta que Pariu! Chega subiu o azedão.
A porcaria tava fedendo demais.
Mas tive que comer com um refri sem gás.
Depois de 15 minutos veio a reação.
Ave Diaxo! Tranca o cu desse cão!
Coxinha podre na StopVan.
Dessa sempre eu vô me lembrar.
Minha barriga ainda tá estragada.
Quase morri de tanto cagar.
E a galera querendo saber.
“Pô sacanagem, dá um tempo aê!”
E eu lá no fundo só apreciando.
Porque a catinga ia se espalhando.
Letra e Música: Babidi
-----------------------------------------
BRASÍLIA
Sexta-feira 13, meia noite, escuridão.
Vagando pelos becos da cidade sem ação.
As lendas urbanas atormentam minha mente.
Os demônios da noite eu avisto na minha frente.
Mas pra minha surpresa eles me esperam imóveis.
E vejo que um deles se aproxima lentamente.
Estende sua mão, me cumprimenta cordialmente.
Então um acordo ele propõe que eu aceite.
Ele quer alguém na terra pra corromper.
Almas sem surpresa, sem caráter pra descer.
Descer no inferno no dia em que morrer.
Um trabalho maldito que me fez estremecer.
Me foi concedido grana e uma passagem.
Me mandei pra Brasília, a terra da sacanagem.
Comprei 500 almas apenas em um dia.
Me senti vitorioso, ia sair daquela fria.
Logo o Senado e os Deputados a morrer.
E desceram ao inferno, o seu lugar a padecer.
500 ladrões rumaram para as trevas.
Era questão de tempo, eu ganharia a recompensa.
Então passou 1 ano e o diabo veio a mim.
Então furioso e com ódio disse assim:
“Maldito idiota, você me arruinou.
Cassaram meu mandato, está amaldiçoado”.
Político malandro no inferno se dá bem.
Até o diabo teve que dizer Amém.
Nem o Senhor das Trevas resistiu a pressão.
Do Sarney, do Collor, do Barbalho, do Dirceu.
Então se descobriu que o mal nunca morre.
No meio da suruba até o diabo se fode.
E pra quem pensou que a morte é o fim.
O Sarney sorri e grita: “Vote em Mim!”.
Vagando pelos becos da cidade sem ação.
As lendas urbanas atormentam minha mente.
Os demônios da noite eu avisto na minha frente.
Mas pra minha surpresa eles me esperam imóveis.
E vejo que um deles se aproxima lentamente.
Estende sua mão, me cumprimenta cordialmente.
Então um acordo ele propõe que eu aceite.
Ele quer alguém na terra pra corromper.
Almas sem surpresa, sem caráter pra descer.
Descer no inferno no dia em que morrer.
Um trabalho maldito que me fez estremecer.
Me foi concedido grana e uma passagem.
Me mandei pra Brasília, a terra da sacanagem.
Comprei 500 almas apenas em um dia.
Me senti vitorioso, ia sair daquela fria.
Logo o Senado e os Deputados a morrer.
E desceram ao inferno, o seu lugar a padecer.
500 ladrões rumaram para as trevas.
Era questão de tempo, eu ganharia a recompensa.
Então passou 1 ano e o diabo veio a mim.
Então furioso e com ódio disse assim:
“Maldito idiota, você me arruinou.
Cassaram meu mandato, está amaldiçoado”.
Político malandro no inferno se dá bem.
Até o diabo teve que dizer Amém.
Nem o Senhor das Trevas resistiu a pressão.
Do Sarney, do Collor, do Barbalho, do Dirceu.
Então se descobriu que o mal nunca morre.
No meio da suruba até o diabo se fode.
E pra quem pensou que a morte é o fim.
O Sarney sorri e grita: “Vote em Mim!”.
Letra e Música: Chapolin
-----------------------------------------
ODEIO
Odeio os playboys, que se julgam “os caras”.
Odeio as “Patys”, putas disfarçadas.
Odeio os pastores, que exploram os pobres.
Odeio os padres, pedófilos do inferno.
Odeio, sua hipocrisia! (Maldito que julga, maldito que rouba!).
Odeio, sua apatia! (Porco não reage, porco não reclama!).
Odeio, sua religião! (Que te aliena, rouba e te condena!).
Odeio, seu governo! (Compra sua alma, cospe na tua cara!).
Queime, quem lidera, quem rouba, quem engana e te ferra!
Arranque, suas cabeças, e com elas decore sua mesa!
Odeio os “Ianques” e as suas guerras.
Odeio o comunismo, maldito idealismo.
Odeio quem se acha metal do mal.
Odeio que usa seu poder pro mal.
Odeio as “Patys”, putas disfarçadas.
Odeio os pastores, que exploram os pobres.
Odeio os padres, pedófilos do inferno.
Odeio, sua hipocrisia! (Maldito que julga, maldito que rouba!).
Odeio, sua apatia! (Porco não reage, porco não reclama!).
Odeio, sua religião! (Que te aliena, rouba e te condena!).
Odeio, seu governo! (Compra sua alma, cospe na tua cara!).
Queime, quem lidera, quem rouba, quem engana e te ferra!
Arranque, suas cabeças, e com elas decore sua mesa!
Odeio os “Ianques” e as suas guerras.
Odeio o comunismo, maldito idealismo.
Odeio quem se acha metal do mal.
Odeio que usa seu poder pro mal.
Letra e Música: Chapolin
-----------------------------------------
IDIOTA
É foda quando tu quer ir embora, e por causa de um otário você não vai.
Mesmo quando passou do horário, chegando muito tarde você não sai.
Idiota por completo, membro de grupo seleto, num vale o que o gato enterra.
Pensa que sabe tudo, tem resposta pro mundo e que nunca erra.
Fica pregado na cadeira observando o movimento sem se movimentar.
Acho que essa porcaria, renegado de sua tia, num levanta nem pra cagar.
E se acha o fodão, num dá nenhuma solução e só que curtir.
Eu quero que se foda, que você se exploda e vá feder longe daqui.
Pensa ser o maioral, acha que é o tal, mas na verdade é um cu.
Nada se aproveita, dessa anta besta só se ouve “UH!”
Reclama de tudo, acha que é o rei do mundo e que tudo pode fazer.
Num dá satisfação, de sua situação, vai te fudê!
Enquanto isso, todos sabem disso, seu fim se aproxima.
Sua cabeça ta a prêmio, grande lance do biênio, olha a carnificina.
Tu vai se arrepender, disso pode crer, por ser um chato.
Curte o tempo que lhe resta, não olhe pela fresta, tu vai ser decapitado!
Idiota, sem saber que tu já morreu.
Não sabe nem como foi que aconteceu.
Idiota, eu sei, que tua hora vai chegar.
E num adianta nem me bajular.
Mesmo quando passou do horário, chegando muito tarde você não sai.
Idiota por completo, membro de grupo seleto, num vale o que o gato enterra.
Pensa que sabe tudo, tem resposta pro mundo e que nunca erra.
Fica pregado na cadeira observando o movimento sem se movimentar.
Acho que essa porcaria, renegado de sua tia, num levanta nem pra cagar.
E se acha o fodão, num dá nenhuma solução e só que curtir.
Eu quero que se foda, que você se exploda e vá feder longe daqui.
Pensa ser o maioral, acha que é o tal, mas na verdade é um cu.
Nada se aproveita, dessa anta besta só se ouve “UH!”
Reclama de tudo, acha que é o rei do mundo e que tudo pode fazer.
Num dá satisfação, de sua situação, vai te fudê!
Enquanto isso, todos sabem disso, seu fim se aproxima.
Sua cabeça ta a prêmio, grande lance do biênio, olha a carnificina.
Tu vai se arrepender, disso pode crer, por ser um chato.
Curte o tempo que lhe resta, não olhe pela fresta, tu vai ser decapitado!
Idiota, sem saber que tu já morreu.
Não sabe nem como foi que aconteceu.
Idiota, eu sei, que tua hora vai chegar.
E num adianta nem me bajular.
Letra e Música: Babidi
-----------------------------------------
CAOS E COMÉDIA
O que temos da mistura sem-noção com a podreira?
Pense enquanto tenta acabar com a caganeira!
Ria de tudo aquilo que pareça real.
E espanque a situação que te fode legal.
Veja o quanto pode suportar tudo isso.
Venha cum a gente e não tenha compromisso.
Vamos fazê farra e política discutir.
Mesmo que os “patrões” nem saiba que moramos aqui.
O lavatório de Pilatos há muito está sendo usado.
Tamos rindo a tôa sabendo que somos roubados.
“Qualé, qual foi” Tiririca já falou.
E a gente nem sabe quando tudo começou.
Caos e comédia é o que podemos associar.
Preocupados com a Influenza e com o bar que vai fechar.
Caos e comédia que bela associação.
É isso que a gente quer e num importa a opinião.
É melhor falar da merda pois ela já tá feita.
E não importamos com o vizinho que mantém secreta aquela seita.
Perturbamos sua mente com os nossos ideais.
Com certeza pensar racionalmente não faz mais.
Temos um bom lugar pra gente relaxar.
Certo que Brasília um dia vai quebrar.
E no bar perto de casa a gente canta uma canção.
Tamo feito de palhaço na porqueira de nossa nação.
Pense enquanto tenta acabar com a caganeira!
Ria de tudo aquilo que pareça real.
E espanque a situação que te fode legal.
Veja o quanto pode suportar tudo isso.
Venha cum a gente e não tenha compromisso.
Vamos fazê farra e política discutir.
Mesmo que os “patrões” nem saiba que moramos aqui.
O lavatório de Pilatos há muito está sendo usado.
Tamos rindo a tôa sabendo que somos roubados.
“Qualé, qual foi” Tiririca já falou.
E a gente nem sabe quando tudo começou.
Caos e comédia é o que podemos associar.
Preocupados com a Influenza e com o bar que vai fechar.
Caos e comédia que bela associação.
É isso que a gente quer e num importa a opinião.
É melhor falar da merda pois ela já tá feita.
E não importamos com o vizinho que mantém secreta aquela seita.
Perturbamos sua mente com os nossos ideais.
Com certeza pensar racionalmente não faz mais.
Temos um bom lugar pra gente relaxar.
Certo que Brasília um dia vai quebrar.
E no bar perto de casa a gente canta uma canção.
Tamo feito de palhaço na porqueira de nossa nação.
Letra e Música: Babidi
-----------------------------------------
FIO TERRA NÃO!
Hoje acordei de pau duro, achei o seu número, liguei pra você.
Você me atendeu depressa e logo me disse: “Vamo fudê!”.
Lá na Praça da Bandeira, no Via Castelli nóis fumo jantá.
Foi então que te levei lá pro Joinha, pra nóis trepá.
Põe tudo! Até os ovos!
Você lambeu o meu saco, chupou o meu pau, gozei na sua cara.
Depois te botei de 4, mandei logo o tapa e larguei a vara.
Te peguei igual frango assado, nóis tava suando, naquela cadeira.
Eu tava quase gozando, você veio com seu dedo e acabou com a brincadeira.
Fio terra não!
Você me atendeu depressa e logo me disse: “Vamo fudê!”.
Lá na Praça da Bandeira, no Via Castelli nóis fumo jantá.
Foi então que te levei lá pro Joinha, pra nóis trepá.
Põe tudo! Até os ovos!
Você lambeu o meu saco, chupou o meu pau, gozei na sua cara.
Depois te botei de 4, mandei logo o tapa e larguei a vara.
Te peguei igual frango assado, nóis tava suando, naquela cadeira.
Eu tava quase gozando, você veio com seu dedo e acabou com a brincadeira.
Fio terra não!
Letra: Chapolin e Marcão
Música: Marcão
Música: Marcão
-----------------------------------------
PUNHETA DO CÃO
A punheta bem batida pela mão do punheteiro.
Faz a pica espiná gala e os cunhão andá ligêro.
É o diabo, é o cão, vô passar pra outra mão!
É o diabo, é o capeta, pra batê tanta punheta!
O meu pau cheio de calo fica duro ao te ver.
Meio torto pra direita ele aponta pra você.
É Satan, é Lucifé, só na bronha, não tenho muié.
É o demônio, é Satan, como você e sua irmã.
Minha mão tá cabeluda, com a cara amarela.
O dia todo na punheta, pensando na buceta dela.
É o tinhoso, é o cramunhão, ta formigando a minha mão.
É o chifrudo, é o “Coisa ruim”, bate mais uma logo ali.
-----------------------------------------
Faz a pica espiná gala e os cunhão andá ligêro.
É o diabo, é o cão, vô passar pra outra mão!
É o diabo, é o capeta, pra batê tanta punheta!
O meu pau cheio de calo fica duro ao te ver.
Meio torto pra direita ele aponta pra você.
É Satan, é Lucifé, só na bronha, não tenho muié.
É o demônio, é Satan, como você e sua irmã.
Minha mão tá cabeluda, com a cara amarela.
O dia todo na punheta, pensando na buceta dela.
É o tinhoso, é o cramunhão, ta formigando a minha mão.
É o chifrudo, é o “Coisa ruim”, bate mais uma logo ali.
Letra e Música: Chapolin
-----------------------------------------
MARIA COTÓ
Sem dinheiro, entediado, não tem como sair.
Fui procurar uma maneira pra me divertir.
Não queria trabalhar, não queria roubar.
Fui atrás de uma ‘véia’ para me bancar.
E o melhor lugar pra descolar uma tia,
É no bar do “Seu Rodó”, que fica numa esquina.
Uma espelunca suja, tocadora de forró.
No meio do Bodó, achei Maria Cotó.
Uma tia sem braço que adora um cachimbo.
Pinga de jurubeba, também gosta de menino.
Que ela leva pra casa dentro do seu fusca.
4 ou 5 louco encara as surubas.
Me levou pro seu barraco, pra comer o seu buraco.
Que fedia demais, quase que eu caí pra trás.
Mas em cada enfiada me jogava 10 reais.
A Maria Cotó grita: “Ai meu rabicó!”.
Foi quando ela peidou e subiu o fedor.
Quase que eu brochei, mas uma pinga eu tomei.
Então deu pra eu agüentar, sem eu desmaiar.
E quando eu terminei corri pra longe nem sei.
Quase me destrui pra poder correr dali.
Tomei banho de álcool pra me desinfetar.
Tinha até carrapato, deu trabalho pra tirar.
Me lasquei, me ferrei, por não querer trabalhar.
A Maria Cotó com sua catinga me mudou.
Com o dinheiro que ganhei, uma enxada comprei.
Tô capinando quintal, não coloco mais meu pau.
Mais em qualquer lugar que possa cheirar mal.
Fui procurar uma maneira pra me divertir.
Não queria trabalhar, não queria roubar.
Fui atrás de uma ‘véia’ para me bancar.
E o melhor lugar pra descolar uma tia,
É no bar do “Seu Rodó”, que fica numa esquina.
Uma espelunca suja, tocadora de forró.
No meio do Bodó, achei Maria Cotó.
Uma tia sem braço que adora um cachimbo.
Pinga de jurubeba, também gosta de menino.
Que ela leva pra casa dentro do seu fusca.
4 ou 5 louco encara as surubas.
Me levou pro seu barraco, pra comer o seu buraco.
Que fedia demais, quase que eu caí pra trás.
Mas em cada enfiada me jogava 10 reais.
A Maria Cotó grita: “Ai meu rabicó!”.
Foi quando ela peidou e subiu o fedor.
Quase que eu brochei, mas uma pinga eu tomei.
Então deu pra eu agüentar, sem eu desmaiar.
E quando eu terminei corri pra longe nem sei.
Quase me destrui pra poder correr dali.
Tomei banho de álcool pra me desinfetar.
Tinha até carrapato, deu trabalho pra tirar.
Me lasquei, me ferrei, por não querer trabalhar.
A Maria Cotó com sua catinga me mudou.
Com o dinheiro que ganhei, uma enxada comprei.
Tô capinando quintal, não coloco mais meu pau.
Mais em qualquer lugar que possa cheirar mal.
Letra e Música: Chapolin